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04 de Setembro de 2019

Diretoria da Adepol prestigia lançamento de livro do delegado Ronaldo Marinho

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A diretoria da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol/SE) prestigiou, na noite desta terça-feira, 3, o lançamento do livro do Delegado Ronaldo Marinho. O evento aconteceu na Livraria Escariz e reuniu amigos, familiares e colegas de profissão.

A obra, intitulada "Corte Penal do Mercosul: enfrentando as organizações criminosas transnacionais”, da Editora Lumen Juris, analisa os Tribunais/Cortes internacionais permanentes, apresentando formação, competência e estrutura, identificando o fenômeno da justicialização dos direitos humanos e da consolidação da justiça penal internacional, com vistas à construção de Cortes penais supranacionais para enfrentar as Organizações Criminosas transnacionais.

“O livro vem discutindo o crescimento das organizações criminosas transnacionais e de que forma elas acabam afetando a própria democracia, afetando o desenvolvimento dos países, porque a atividade ilegal que exclui possibilidades de desenvolvimento econômico e social dos países diminui emprego, a renda e causa uma série de problemas. O enfrentamento desse tipo de organização somente com a união de vários estados”, explica o autor.

O presidente da Adepol, o Delegado Isaque Cangussu, prestigiou o evento e ressaltou a competência do colega de profissão.

É com bastante felicidade que nós da diretoria da Adepol prestigiamos mais um lançamento da literatura jurídica concebido por um colega Delegado de Polícia. O Dr. Ronaldo Marinho é um conceituado professor de Direito e um Delegado de Polícia que dignifica a nossa carreira”, pontuou Isaque Cangussu.

Também prestigiaram o evento, o vice-presidente jurídico da Adepol, o Delegado Adelmo Pelágio, e a secretária-Geral da entidade, a Delegada Flávia Félix.

“Nós temos exemplos aqui na América do Sul, e no Mercosul em especial, como o PCC, o Comando Vermelho e outros grupos organizados que afetam a região da tríplice fronteira. Isso é importante para que a gente possa ter um novo instrumento de enfrentamento desse tipo de organização criminosa porque eles se aproveitam das legislações diferentes dos diversos países para se beneficiar dessa dúvida e acabar ficando impune. Então a proposta nossa é de criar o Tribunal Supranacional que enfrente esse tipo de crime e de organização de uma forma mais eficiente e organizada”, finalizou Dr. Ronaldo Marinho.