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06 de Janeiro de 2021

Adepol e Sinpol retomam visitas às delegacias em prol do adicional de periculosidade

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Primeira visita do ano aconteceu na Delegacia Especial de Turismo

 

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol/SE) e o Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol/SE) dão continuidade às visitas às delegacias de Sergipe.

 

Nesta terça-feira e quarta-feira, dias 05 e 06, os dirigentes sindicais estiveram na Delegacia Especial de Turismo, na Orla de Atalaia, e na 11ª Delegacia Metropolitana na Barra dos Coqueiros, respectivamente, para detalhar a mobilização pela aprovação de projeto de lei que garanta adicional de periculosidade aos policiais civis.

 

Apesar de ser uma proposta consensual entre as carreiras da Polícia Civil, como inicialmente desejado pelo próprio governador Belivaldo Chagas, as entidades vêm enfrentando dificuldades junto ao Governo para aprovação do projeto. Sendo assim, Adepol e Sinpol permanecem aguardando diálogo com o governador sobre o pleito e mantêm a mobilização entre seus pares visitando as delegacias.

 

O vice-presidente da Adepol, Adelmo Pelágio, voltou a ressaltar que o projeto trata de um direito constitucional dos policiais civis. “ O projeto de adicional de periculosidade visa à compensação de um ônus inerente à condição policial. É um projeto justo e precisamos conscientizar a sociedade sobre a existência e a legitimidade desse direito”, diz.

 

O diretor de Políticas Sindicais e Associativas, Jean Melo, lembra aos demais colegas sobre a necessidade de uma mobilização conjunta com o objetivo de cobrar do Governo o pagamento de adicional de periculosidade, tendo em vista a arriscada e perigosa condição de policial vivenciada por delegados, agentes, agentes auxiliares e escrivães.

 

“Precisamos lembrar a sociedade que nós merecemos ser valorizados, porque nossa profissão é extremamente arriscada, desde a hora que saímos de casa trabalhando, ou ainda no nosso momento de folga. Recentemente perdemos dois colegas em Umbaúba durante o exercício da profissão e ninguém pode deixar de reconhecer os riscos que todo policial corre diariamente”, ressalta.